25 de junho de 2017

Ben Killen Music and Life

Florence, Alabama, frequentemente chamada ‘Muscle Shoals’, é uma cidade bastante famosa pelo volume de trabalhos musicais populares por vários anos. Um dos mais notáveis nomes nascido na região é W. C. Handy, conhecido como “O Pai do Blues”. É de lá que vem o cantor, compositor, músico e escritor, Ben Killen.

Quando perguntado sobre sua infância, Ben argumenta que encontrar lugar nesse mundo misto não é tarefa fácil para um ser recém chegado. “Acredito que para a maioria das crianças a infância é um estágio complicado;” comenta. Contudo, o artista revela que sua adolescência foi um estágio mais generoso. “Tive a sorte de conviver com muitos amigos, colegas músicos e outros indivíduos abertos e criativos,” acrescenta.

O artista destaca que a música já fazia parte da sua vida antes mesmo do que possa se lembrar. Sua mãe é Diretora de Coral até hoje, embora tenha se aposentado depois de mais de trinta anos de ensino musical. “Ela estava em turnê com um pequeno grupo de colegas músicos quando eu estava na barriga dela!” ressalta. Ben sempre participou de corais em sua época de escola. Ainda que nada formal, o cantor comenta que teve a felicidade de ter alguns bons instrutores e mentores no campo da música. Atualmente, por conta de seu trabalho na relacionado com a música, Ben revela que não tem ensaiado tanto quanto queria. Porém, pratica ao menos uma hora por dia.

Ben destaca que sempre teve o apoio dos pais; após ver o artista Roy Clark tocando banjo em um show, implorou-lhes veementemente para que lhe comprassem um. “No Natal seguinte eles me obrigaram; então, comecei a ter aulas com um amigo do meu pai: Scooter Muse, um mestre de banjo bem conhecido no meio musical,” revela. Para Ben, as dificuldades na trajetória musical foram suas teimosias na adolescência, as distrações e às vezes a falta de vontade de praticar para se tornar bom naquilo. “Mas agora me sinto agradecido por toda a aprendizagem e progresso que fiz naquela época; sinto que o começo antecipado na música ajudou-me ser o músico que sou hoje,” enfatiza.

Seu principal instrumento é o Dobro, também conhecida no país como Resophonic Guitar, um tipo de guitarra acústica. “Eu definitivamente desenvolvi um intenso amor pelas cordas nos últimos anos; também toco muito banjo com as duas bandas em que estou, e meus amigos musicais sempre me pedem para me sentar aqui ou ali e participar da roda com meu banjo; acho que é muito difícil encontrar um tocador de banjo em Nova York,” comenta. 

Ben começou a estudar Banjo aos nove anos seu professor se chamava Robert "Scooter Muse", famoso por tocar bluesgrass – um estilo de musica country influenciada pelo jazz e pelo blues, e musica tradicional irlandesa no Banjo. “Ele é realmente um grande professor e foi muito paciente comigo, às vezes volto no tempo e lembro como foram bons àqueles momentos”, revela. Seu primeiro instrumento fora um presente da Natal de seus pais. O artista comenta que há muitos cantores que apenas cantam e para diferenciar-se da maioria decidiu se empenhar em aprender um instrumento. 

Entre os artistas que o inspiram estão: Otis Redding; Bill Withers; Muddy Waters; Bob Dylan; Cash & Hank; Jason Isbell (seu compositor favorite); Amanda Shires (sua violinista predileta); Chris Stapleton; Tedeschi Trucks Band; Jerry Douglas; Robert Randolph; Sonny Landreth; Cindy Cashdollar; Adele; John Legend; The Wood Brothers; Lady Gaga; Bey; Bruno Mars; Billy Currington, (com  quem dividiu o palco em um show na Time Square) e Taylor Swift. “Sou descaradamente Taylor para sempre e sempre; a voz dela aquece meu coração! Além disso, tive a sorte de encontrar um ingresso para o seu espetáculo em Houston no EPIC Super-Saturday, que ocorre antes do Super Bowl, há alguns meses; isso definitivamente se enquadra entre as experiências musicais mais brilhantes da minha vida,” ressalta.

Sua primeira performance pública foi no coro da pré-escola em uma igreja. “Eu também tive a sorte de ser selecionado para cantar um solo em um programa de escola primária naquele dia,” destaca. Em sua época de escola, Ben chegou a fazer doze apresentações em uma semana na costa Gulf. “Aquilo foi divino, estadia gratuita no verão em uma bela praia, não é fácil encontrar outra dessa, eu queria mais!” Enfatiza.


Ben começou a compor bem cedo, o artista recorda que sua mãe costumava usar fitas para gravar ideias e captar sons e ele seguiu o mesmo caminho. Para o artista a vida é sua Musa, sua inexaurível fonte de inspiração. A primeira composição de Ben foi a música “Why”. “A maior parte dessa música escrevi sentado sozinho na beira da praia, por volta de 2003; ainda gosto da música, porém, não sinto mais o que sentia quando a escrevi; foi uma historia de coração partido; já não a canto mais porque soaria inautêntico para o momento atual da minha vida”, argumenta. De acordo com o cantor, seu processo de criação se dá através do silêncio, da escuta e da vigilância.  “Eu espero a Grande Musa me agraciar com sua expressão”, revela.

Sua criação favorita é a música Singing River Blues, que estará disponível em breve nas plataformas digitais. “Estou também muito orgulhoso das coautorias que tenho com minhas duas bandas, particularmente Santa Rita, com a minha banda de Folk Rock ‘The Grand Prospect; e também, com uma série de trabalhos que estará em nosso novo álbum gravado em estúdio”, adiciona. Entre esses trabalhos estão: Easy Way Out; Has My Love Gone Away; 151; Help Me Try; e I Saw The Devil. “Do meu Folk Trio Acústico ‘Proud Pair of Thieves’, as minhas favoritas provavelmente são: Late Night Garden e Too Much”, comenta.

No final de 2012, Ben gravou seu primeiro álbum com a banda The Grand Prospect, alguns meses após a partida de seu pai. Atualmente, o artista não tem contrato com nenhum selo. Para Ben, o mais importante para os artistas iniciantes hoje em dia é tomar muito cuidado para não assinar um mal contrato. “Ter um grande selo é ótimo; porém, hoje em dia você pode fazer muitas das coisas que somente as gravadoras poderiam fazer no passado”, ressalta. O artista costuma se apresentar duas vezes por mês, com alguma de suas bandas ou solo.

A banda The Grand Prospect é composta por: Cory Bortnicker, no piano, vocais e guitarra acústica; Hap Pardo: na guitarra; Brian Rolston: bateria e vocais; e Ben, no banjo, vocais, guitarra acústica e dobro. A banda Proud Pair of Thieves é formada por: Danny Riesbick, no baixo, J. Stricklin: na guitarra, vocais e harmônica; e Ben, no banjo, acordeom , harmônica e vocal. Em suas apresentações solo, além de cantar o artista toca dobro, lap steel, guitarra acústica e harmônica. O artista comenta que ainda não dá para viver da música, porém, ama o que faz.

As dificuldades que o artista vê no negócio da musica são a falta de clareza e o financiamento e acrescenta: “Eu poderia seguir adiante, mas isto é depressivo; não me permito ocupar com pensamentos negativos; isto não faz nenhum bem para ninguém; é mais frutífero focar em coisas boas”, ressalta.

Quando perguntado o significado da música em sua vida o artista diz: “Música é minha fonte de vida, sem ela eu certamente morreria”. A maioria dos shows que tem feito está relacionada com algum tipo de filantropia. Para o lançamento do segundo álbum, Ben e sua banda The Grand Prospect, estão planejando um show beneficente. “Eu definitivamente acredito que a arte pode ser usada para causas valiosas, isso é um empreendimento precioso”, enfatiza.

Sobre o cenário musical futuro, o artista acredita que muita coisa será possível e em geral gosta do que tem ouvido. “Não posso articular exatamente o porquê, mas sinto que uma nova música, ou muitas delas, estão movendo-se em uma direção de mais sentimento, mais honestidade, menos superficialidade e mais realismo; é uma boa direção a seguir, principalmente quando você considera a música alternativa,” destaca.

Ben comenta que não é do tipo que se deixa irritar por qualquer coisa, porém, algumas pequenas coisas o chateiam de vez em quando. “Contudo, sou um ser humano; entretanto, alguns anos atrás, enquanto estava terminando meu primeiro livro ‘Scale Back’, tomei uma decisão consciente: não deixar estúpidas pequenas coisas, que eu tenha pouco ou nenhum controle, me incomodar; não haveria realmente nenhum benefício em ocupar-se delas,” argumenta. “Se você deixa pequenas coisas fora do seu domínio de influência controlá-lo, você basicamente está abrindo mão de sua autonomia e a está substituindo pelo efeito das ações de seu inimigo”, acrescenta. 


Para Ben, viver se incomodando é um modo insano de se viver; porém, a maioria das pessoas, incluindo ele, frequentemente se coloca na posição de vitima. “Fiz uma escolha de nunca mais me comportar assim, não estou dizendo que é fácil; isto não é fácil; há muitas coisas que frequentemente encontro na maioria dos dias que não são exatamente do meu gosto, mas as deixo afetarem-me; mantenho controle sobre meus sentimentos e apoio-me firmemente em minha vida,” completa.

Sobre as coisas que o faz feliz, Ben destaca que daria um ou vários livros com muitíssimas páginas, no topo da lista estão : música (acima de tudo); belas garotas; verão; roupas de verão; belos cabelos dançando na brisa e a praia repleta de princesas sob a luz do sol tomando àquele bronzeado; o oceano e sorrisos, e acrescenta: “Seriamente, abraços; abraços é exatamente a melhor coisa que existe; abraços são extremamente vitais para a experiência humana, você não acha?”

Além do trabalho com a música, Ben também se aventura no universo das Letras. Seu primeiro livro publicado é intitulado Scale Back: Simplify Your Life and Enjoythe Things that Really Matter, no Português ‘Escalada de Volta: Simplifique sua vida e aproveite as coisas que realmente importam’. São setenta e cinco página em que o autor busca trazer à luz a importância da simplificação no diário viver, com o anelo de ajudar as pessoas a se tornarem mais felizes independente da posição social. Assim como em suas obras musicais, o silêncio, a escuta e a vigilância se faz presente nessa obra 'simples com teor sofisticado'. 

Concluindo nosso bate-papo, Ben fez questão de acrescentar que sente orgulhoso de sua hereditariedade musical. Seu tio Dub Killen, tocou baixo com Vassar Clements e Dixie Gentlemen, e seu primo Buddy Killen se tornou um empreendedor no negócio da música em Nashville, desenvolvendo-se por si mesmo, e trabalhando com grandes nomes. Além de sua mãe que sempre esteve envolvida com música e transmitiu muito da musicalidade que o artista tem hoje. Para conhecer mais sobre o trabalho do artista, visite: Ben Killen Official Website.

15 de junho de 2017

Mammsie Graham Music and History

Poucos artistas têm a versatilidade de passear entre diversos estilos musicais e produzir bons materiais. Um seleto grupo parece que o faz com uma naturalidade sem igual. Nesse grupo encontramos o cantor, compositor e músico Mammsie Graham. Mammsie é oriundo de Louisville, Kentucky ao sul dos Estados Unidos. Entre os estilos apresentados pelo compositor estão: Folk, Ghetto Folk, Rock Acústico, Blues, Southern Rock e Country.

Seu interesse por música começou na infância, sua avó e seu tio costumavam tocar violão e banjo por horas.  O artista comenta que tem a musica como algo genético, tal fato o levou a se tornar multi-instrumentista bem cedo. “Eu toquei vários instrumentos durante os meus anos de escola; finalmente optei pela bateria nos anos de ensino médio; e a bateria fez com que eu desenvolvesse o estilo de percussão que uso no violão acústico hoje,” revela. Apesar da habilidade com a percussão, Mammsie argumenta que seu desejo de compor e tocar violão eram inextinguíveis.

Umas das bandas que participara decidiu fazer uma pausa. Assim, Mammsie pediu ao baixista que lhe desse algumas aulas de violão, o que lhe deu a base que tem hoje para compor e tocar. O artista vê na música seu porto-seguro, sua base de sustentação.  “A música é uma parte vital de toda a nossa existência, muitos se voltam para as drogas ou ao consumo exacerbado de alimentos; porém no final, todos se voltam à música pelas emoções e sentimentos, como uma trilha sonora ou compasso para nossas vidas; realmente precisamos de música para nutrir nossos espíritos!” Enfatiza.

A infância do artista fora uma singular época, sua mãe trabalhara como dançarina de strip-teaser. De acordo com Mammsie, aquela situação o ajudou a formar seu entendimento sobre o mundo e lhe deu alguns interessantes tópicos para escrever. “Ver em primeira mão e ter a experiência do pobre, desanimado e desesperado mundo das drogas, fez com que eu entendesse a vida de um adulto através do olhar de uma criança; conheci desde cedo as situações que jamais me envolveria; porém, é incrível assistir e aprender com sua própria história de vida, eu não mudaria nada do passado”, argumenta.

Mammsie nunca teve contato com o pai, cresceu em companhia de sua avó. “Ela de fato era totalmente envolvida com música, tinha uma vasta coleção de fonogramas, desde Billie Holiday, Count Bassie a Hank Williams, aquela diversidade mantinha acesa a chama da música; ela tocava as fita que meu tio enviava do Vietnã; ele escrevia canções para ela para esquecer os horrores da guerra; como uma criança, tais coisas me levavam a pensar; quão carinhoso era aquilo, cantar as histórias e sentimentos em meu coração e mundo, como um presente para alguém, é de fato muito profundo”, ressalta.

Sobre as dificuldades no início da carreira, o artista comenta que não foram muitas. “Segui com o fluxo, amo música e compor; então, faço o que sinto no momento, sem arrependimentos”, argumenta. Atualmente seu principal instrumento é o violão, com a base que aprendera através do baixista de sua antiga banda, Mammsie prosseguiu estudando sozinho e aproveitando os recursos dos meios digitais. “Nessa maravilhosa era digital temos muita informação nas pontas dos dedos, se você tem o caminho e a disciplina, você pode aprender qualquer coisa que desejar”, acrescenta.


O artista nos revela que o primeiro violão em que treinou fora emprestado de um amigo que não gostou muito da acústica do instrumento; Mammsie pode praticar nele durante um ano. Para o artista, o violão é como uma extensão do seu corpo e do seu mundo interior. “Seus sapatos, tecnicamente não o faz andar mais rápido; porém, eles o ajudam a ter uma melhor caminhada. Do mesmo modo, seu instrumento de escolha é uma extensão de você e por onde seu Espírito brilha mais intensamente”, salienta.

Um dos artistas que o inspira é Chris Stapelton. “Ele é de Kentucky também, e tem uma jornada parecida com a minha; é um grande compositor e intérprete, e que voz!” enfatiza. A primeira performance de Mammsie foi no festival Farm to Family na Flórida; o artista comenta que se sentiu honrado em dividir o palco com grandes nomes. “Eu estava extremamente nervoso, mas uma vez que você começa a tocar, você se envolve com a música e ela flui como um rio; foi fantástico”, ressalta.

Sobre suas composições, Mammsie argumenta que há algo dentro dele que deve ser extravasado, por conta disso, tem um vasto repertório de sua autoria. “Minha inspiração se desenha através de tudo que eu possa notar; observar a beleza das pessoas ao redor é algo bastante motivador e inspirador”, revela. De acordo com o artista, seu processo de criação varia bastante. Muitas vezes descobre uma harmonia ou progressão que levam há uma determinada tonalidade. “Às vezes as palavras fluem primeiro, busco um tema; porém, gosto que isso seja natural; gosto de sentir o caminho que esse tema irá percorrer”, argumenta.

Em sua trajetória musica, Mammsie tem participado de diversas colaborações musicais com artistas de países com: Suíça, Dinamarca, Alemanha, Filipinas, Reino Unido, Escócia, Canadá, Espanha, Estados Unidos, entre outros. Sua colaboração musical mais popular é a canção Nothing Loose.  Em 2013 o cantor lançou o EP The Mammsie Graham, desde então vem lançando seus singles através das plataformas digitais. 

Perguntado sobre o significado da musica em sua vida, Mammsie nos brinda com a seguinte explanação: “A música é zen, aquela paz que você precisa, longe do stress e das desilusões; é um retrato em forma de melodia que capta um momento precioso com entes queridos; é a cola que nos uni quando as comunidades em geral precisam umas das outras; é tudo certo quando você precisa; e que presente Deus deu a cada um de nós!” Para saber mais sobre o trabalho de Mammsie Graham acesse: YouTube, Twitter, Fan Page, SoundCloud, ReverbNation e Spotify.


9 de junho de 2017

Max Hixon Music and Life

Conhecida pela elegância de sua arquitetura e pelo clima aconchegante, a Inglaterra também sempre foi lembrada pela excelência nas artes e principalmente na musica, terra de Elton John, Beatles, entre outros grandes nomes. É de lá que vem o jovem cantor e compositor Max Hixon (22). Max é nascido na cidade d Southampton, ao sul do país. Atualmente vive em Shropshire, uma região rural. O artista comenta que Shropshire é um excelente local para se morar e com boas oportunidades para músicos.

Max destaca que sua infância foi uma época agradável. Entre muitas coisas que costumava fazer, sempre teve muito interesse em História. Por conta disso, frequentemente visitava castelos e coisas do gênero. Foi aos onze anos que passou a se interessar mais por musica e começou a participar de algumas bandas. “Eu vi um ótimo violonista tocando no Queen Mary II, essa experiência me fez desejar estudar violão e fazer shows em navios algum dia também”, revela.

O artista teve instruções de canto no período escolar, tanto no gênero clássico quanto no popular. Atualmente se dedica a prática musical de quatro a cinco horas por dia. Seus pais sempre o encorajaram na carreira, comprando seus instrumentos e pagando seus cursos, atualmente Max é quem arca com todas as despesas. O artista adiciona que seu pai é um excelente crítico musical. 

Para Max, a grande dificuldade no início da carreira foi fazer com que seu trabalho fosse levado a sério. “Eu sentia que muitas pessoas não acreditavam que eu poderia ser bem sucedido na musica, eu suponho a quantidade de bons músicos competindo no Reino Unido torna isso mais difícil”, ressalta.

Embora tenha um bom domínio com o violão, o artista argumenta que seu principal instrumento é a voz. Max experimentou aulas de musica com diversos professores no decorrer dos anos. “O melhor professor que eu tive chama-se Ian Law, ensinou-me muitos macetes no violão; eu progredi rapidamente e passei a me sentir confiante tocando; ainda continuo estudando violão online, através dos cursos da Udemy e da Berklee”, acrescenta.

Entre os artistas que o inspiram estão: Buddy Holly, Bobby Darin, Billy Fury, entre outros. Sua primeira experiência no placo foi uma participação no clube local de Ellesmere; onde toda semana havia apresentações de musica country; foi também nessa ocasião que Max recebeu seu primeiro cachê. “Foi muito encorajador para mim, senti que eu deveria seguir à diante”, ressalta.

Além de cantar e tocar violão, Max também gosta de compor. Seu gosto por composição surgiu nos anos de colégio através de uma necessidade. “Eu tinha formado uma banda de Rockabilly e nós precisávamos de algumas musicas para apresentar”, comenta. Embora ainda seja bem jovem, Max nos revela que sua inspiração para escrever vem das bandas dos anos de 1950. “Eles tinham excelente estilo naquela época, podia criar com simplicidade, porém, eram canções incrivelmente poderosas”, enfatiza.

Sua primeira composição foi Luck Number Three, ainda não publicada; a segunda criação foi Tonight Is All For You, e faz parte de seu primeiro álbum Lovesick Loverboy. Em seu processo de criação, Max diz que busca inovar o tanto quanto pode. “Embora eu ame ritmos e boas letras, os ritmos tendem surgir primeiro, frequentemente”, adiciona. Entre suas composições prediletas estão: Picture Of Perfection, escrita em 2016 e gravada em 2017; e Lovesick Loverboy. Ambas disponíveis no site do artista. Recentemente Max participou de uma colaboração musical com Steve Reynolds da banda Wannabe Shadows. A dupla gravou um cover da musica Lucky Lips, famosa na interpretação de Sir Cliff Richard e da banda The Shadows.

Seu recente trabalho é o álbum Lovesick Loverboy, gravado e distribuído pelo selo Moondream Records; as canções são todas de sua autoria. Na produção, Max conta com o feedback do baterista Korrey Williams do Reino Unido; além das aulas de escrita musical na faculdade BIMM Manchester e dos cursos online. Com corajem, determinação e amor pela musica, Max tem ganhado a vida através de suas apresentações em resorts de férias e cruzeiros. Para saber mais sobre o trabalho de Max Hixon acesse: Max Hixon Official Website.


6 de junho de 2017

Steve Dunfee Music and History

Localizado na região centro-oeste dos Estados Unidos, Indiana é um estado conhecido pela sua força na agropecuária e manufatura. Na agricultura é um dos maiores produtores de milho e trigo do país. A palavra Indiana remete à ‘terra dos índios’; região que em tempos remotos fora disputada por franceses e britânicos.   Foi nessa terra de clima temperado, com temperaturas que variam de menos seis graus Celsius no inverno a trinta e dois graus Celsius no verão, que conhecemos o cantor e compositor Country Steve Dunfee (56).

Steve nos conta que sua infância foi a mais tranquila época de sua vida. “Eu brincava com os colegas o tempo todo, e adorava jogar basebol mais que qualquer outra coisa”, comenta. Com a chegada à adolescência as responsabilidades começaram a surgir. Contudo, o basebol prosseguia como uma de suas atividades preferidas.

Na juventude, o artista passou a ganhar seus primeiros dólares cortando o gramado dos quintais vizinhos no verão, removendo a neve no inverno e fazendo outros trabalhos esporádicos. “Consegui meu primeiro emprego real quando entrei para o ensino médio; fui cozinheiro de linha no restaurante Long John Silver’s Sea Food Shoppe”, revela.

Sua introdução na musica se deu aos nove anos. Steve frequentava o quarto ano do ensino fundamental, série em que a escola aplicava testes de aptidão musical aos alunos. “Pontuei muito bem no teste, então o professor da banda me recrutou; toquei trompete na banda da escola durante meu último ano no ensino médio”, destaca.

O artista jamais teve aulas de canto ou alguma instrução para tal, sua musicalidade surgiu naturalmente. Atualmente ensaia musica durante uma hora por dia quando lhe é possível. Steve adiciona que não teve uma ajuda específica dos pais em relação à carreira musical. Contudo, sua mãe era muito fã de musicas. Assim, cresceu escutando as musicas apreciadas por ela, o que o influenciou de várias formas. De acordo com Steve, iniciar carreira musical profissional aos cinquenta anos, após ter trabalhado durante toda sua vida, foi e provavelmente ainda é seu maior desafio.

Embora o trompete tenha sido seu primeiro instrumento, mais tarde o artista se interessaria por algo mais popular, o violão. Com uma boa base musical, Steve se tornou autodidata no aprendizado do instrumento. Comprou seu primeiro violão em 1982 e aprendeu a tocá-lo participando de rodas com um pequeno grupo de colegas militares. “Adorei aquilo, eu poderia tocar para acompanhar meu canto, me pareceu bem apropriado”, adiciona.

Os artistas que mais o inspiram são: John Denver, Jim Croce, Gordon Lightfoot, e Kris Kristofferson. Sua primeira apresentação pública aconteceu no outono de 2013, em um show beneficente no teatro Heritage Hall, para ajudar a sede local da instituição filantrópica United Way. Steve confessa que sua primeira performance o deixou um pouco nervoso e agitado.

Seu gosto por escreveu começou nos anos de 1980, mas apenas em 2014 passou a publicar suas canções. Há seis anos, Steve mudou-se para as montanhas de Appalachian, onde fora envolvido por grande inspiração através das raízes da musica daquela região, da natureza e das histórias ali contadas. Dessa experiência, surgiu a canção Appalachian Reflections, escrita em 2013 e publicada em abril do ano seguinte.

Seu processo de criação se dá ocasionalmente quando está ensaiando. Busca uma nova melodia que seja apreciável e logo após vem o desenvolvimento da letra. Porém, frequentemente surge-lhe inspiração para escrever sobre algo e os versos vêm primeiro. “Escrevo a musica para fluir com a poesia; habitualmente, me pego mudando a letra levemente nesse processo”, revela.


Steve tem trabalhado em diversas colaborações musicais entre elas estão: I WillLove You, em coautoria com Marvin Piguet, gravada e publicada em Abril de 2015; Broken Chains, com James Lewis, gravada em Outubro de 2015, publicada em Abril de 2016 e remasterizada e republicada em Janeiro de 2017; The Only Place I Can Lose The Blues, escrita e gravada em parceria com a cantora Dina Andrews do Reino Unido – a primeira versão da musica foi publicada em Abril de 2016, e em 2017 foi publicada uma versão remasterizada; Mountain Man, com Dina Andrews, gravada e publicada em Julho de 2016, e em Janeiro de 2017 foi lançada uma versão remasterizada; Holy Landy, com James Lews, gravada e publicada em Abril de 2016; Presley Was Her Name, com Gregory Ray, gravada e publicada em Outubro de 2015; e High Plains Drifter, com Gregory Ray, gravada em uma versão para o radio em Abril de 2017 e será publicada em Junho de 2017.

Entre suas composições favoritas estão as canções: The Honeydo Song, gravada e publicada em 2015; A Million Tears e You Rescued Me, gravadas e publicadas em 2014. Seu primeiro álbum, intitulado ‘Appalachian Reflections’, foi lançado em 2014 com as musicas: The Mountain Plan, You Rescued Me, Turn the Page, Appalachian Reflections, Keeper of the Stars, A Million Tears, Hallelujah e If Not Now.

Steve faz uma media de seis shows por mês, entre os meses de Maio e Outubro, durante o inverno tira férias dos palcos. O artista costuma se apresentar sozinho e às vezes acompanhado. Por exemplo, em Agosto de 2016, contratou a banda Cane Mill Road – uma banda regional de bluegrass – e o baterista Billy Gambill, para acompanhá-lo em uma grande casa de shows.


Para Steve, o maior desafio atualmente é construir uma base de fãs que se interessem em adquirir as canções. “Investimos tempo e dinheiro para produzir nossas musicas. Porém, encontrar fãs que as comprarão – para que tudo isso valha a pena – é um grande desafio”, argumenta. Contudo, o artista acrescenta que a musica está em seu DNA, sendo uma das poucas coisas na vida pelas quais ele é realmente apaixonado. “A musica têm sido sempre importante para mim; todos nós lidamos com uma série de fatores estressantes em nosso diário viver; e a musica me traz um fantástico alívio, seja ouvindo, criando ou tocando; ela mantém minha mente saudável”, enfatiza. Além do trabalho com a musica, Steve é voluntário no Board of Directors no Heritage Hall Theatre e é quem desenha e publica os cartazes para os shows apresentados por eles.
 
Sobre as questões do mundo, Steve comenta que tendo viajado para o exterior por vários anos, percebeu que cada pessoa vem de diferentes culturas; portanto, têm diferentes valores centrais. E de modo geral, o artista acredita que a maioria das pessoas no mundo têm bons corações e são pacíficas. Porém, nos anos recentes percebe um espantoso aumento no terrorismo contra pessoas inocentes em todas as nações. “Eu acredito que isso não seja nada mais que a ação do mal – trabalho do inimigo. Como um Cristão, o que mais eu poderia achar? Isto, em si mesmo, é o que faz o mundo muito complexo”, argumenta. Steve não acredita que haverá grandes mudanças no mundo por um longo tempo e gostaria de ver o radicalismo ser detido. “Duvido que nos anos que me restam verei grandes transformações para melhor”, desabafa.

O que mais o aborrece é ver o massacre de pessoas inocentes, violência doméstica e governos desonestos que servem a si mesmo ao invés de servir ao seu povo. A felicidade do artista está em sua fé em Jesus Cristo, na musica, na família (em especial sua esposa), nos bons amigos e atividades ao ar livre como: caminhadas, caiaque, golfe, baseball, entre outras. Para Saber mais sobre o trabalho de Steve Dunfee acesse: Steve Dunfee Official Website, iTunes, CdBady, SoundCloud, ReverbNationFan Page, Twitter e YouTube.
por Zel Florizel